carolnicolai em 29/11/2008. Categorias: Conceitos

Tudo que é bom deve ser aproveitado?

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O Comunicadores fez um post bacana ontem sobre o que eles chamam de “coincidências criativas” – o que nada mais é do que ações lançadas que se assemelham muito a outras divulgadas anteriormente.

Coincidentemente, também me deparei ontem com outra situação engraçada. O Merigo postou no twitter uma ação da Fischer para a cerveja Sol. A edição de dezembro da revista Placar virá literalmente congelada, veja aqui.

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Ok, simplesmente sensacional!! Como dizem alguns dos cometários feitos no Brainstorm9.

Porém, logo em seguida, no mesmo twitter, em resposta ao que foi colocado pelo Merigo, o André Rabanea, CEO da agência portuguesa Torke, divulgou fotos de uma ação que eles realizaram em 2006 para os Canais Lusomundo. Idêntico!

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O mesmo recipiente térmico. Gelo. Mesma idéia. Só que ao invés de promover um cerveja, a ação consistia em anunciar para a imprensa a exibição do filme O Dia Depois de Amanhã nos Canais Lusomundo.

Aí eu pergunto:  de que forma as ações que deram certo fora, podem ser trazidas para a realidade brasileira e utilizadas? Até que ponto podemos sugar algo de uma referência? Tudo que é bom deve ser aproveitado?

@carolnicolai

 

7 comentários para Tudo que é bom deve ser aproveitado?

 

Jô Peçanha comenta:

29/11/2008 às 11:42

Putz,
A galera tá querendo achar pelo em ovo. A ação de Portugal é uma mala direta, um folheto. A da cerveja é um anúncio de quarta capa de uma revista de linha, a placar, dizendo que se a cerveja é gelada até a revista congela. Alguem nessa vida esperou receber uma revista congelada em casa? Parabens para o pessoal da cerveja Sol que criou a ação.

 

carolnicolai comenta:

01/12/2008 às 13:13

A ação é boa, ninguém está dizendo isso. Claro que a equipe está de parabéns.
O que queremos discutir e debater é de que forma podemos aproveitar e usar como referência iniciativas interessantes que acontecem lá fora. Esse é o ponto!
O produto é diferente, evidentemente, mas o conceito não é o mesmo?

 

carolnicolai comenta:

02/12/2008 às 17:29

Vale a pena ler o post feito pelo Alessandro Temperini no http://aletp.com/2008/12/01/revista-placar-chega-congelada-aos-assinantes-mas-nao-e-uma-acao-inovadora/#comment-89653

 

eduardo comenta:

04/12/2008 às 14:04

Acho que presumir que a ação da Fischer foi uma ‘adaptação de uma idéia de fora” simplesmente sem fundamento. Uma agência desse porte não ia copiar uma idéia seja lá de onde fosse. Coincidência criativa sim, nisso acredito. E entre as duas, a da Fischer dá de 10. Fazer folheto congelado é baba. Congelar uma das revistas mais vendidas da maior editora do Brasil, isso é incrível. Pra mim, essa é marcante.

 

marcelogcoelho comenta:

04/12/2008 às 16:28

Eduardo,

Não vou entrar no mérito de qual das ações é a melhor. A Fischer têm o mérito de conseguir congelar uma revista de grande veiculação. Nota 10 para mídia. A Salem, ou a Torke, (não sei qual fez primeiro) merece nota 10 pela criatividade.

Agora, cópias acontecem o tempo todo. Existem sim, grandes agências que copiam idéias de outras agências (não seremos ingênuos). Propositalmente ou não. Porque todos nós possuímos as mesmas referências, e coincidências (ou não) podem acontecer.

 

Alessandro comenta:

10/12/2008 às 21:32

A ação da Salem (que é idêntica – o impresso congelado em um cubo de gelo) ganhou prêmio em 2005, a da Torke (que enviou o folheto não congelado, mas sim dentro de um saco plástico com gelo moído por cima) parece ser de 2006, sendo assim, acredito que a ação da Salem seja pioneira, mas realmente não sei se a da Torke é anterior.

A idéia é boa. De todas as 3 acho que a adaptação que a Fisher América fez, linca melhor do que as outras duas, afinal eles estão trabalhando com o bordão “gelaaaaada”.

A falha fica por conta do Flávio Casarotti, VP de criação da Fisher América, que divulgou a ação como inédita.

 

carolnicolai comenta:

10/12/2008 às 21:57

Resumiu bem, Alessandro!

 

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